terça-feira, 5 de março de 2013

CUT/MT chama para Ato Público por autonomia e igualdade entre homens e mulheres


A Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso (CUT/MT,) Movimentos do Trabalhadores Sem Terra (MST), estudantes e várias entidades do movimento social e sindical querem chamar a atenção e mobilizar a sociedade na defesas da igualdade de direitos entre homens e mulheres. Este é o objetivo do Ato Público que acontecerá nesta sexta-feira, dia 08 de março, dia internacional da mulher, às 16h, na Praça Alencastro, Centro de Cuiabá.

” Vamos levar nossas bandeiras de luta por uma sociedades sem discriminação de gênero, com acesso ao mercado de trabalho com condições salarias iguais e participação na economia, acesso à educação, aos serviços de saúde, pelo compartilhamento das tarefas domésticas, por creches públicas com qualidade e período integral, pela ocupação dos cargos decisórios em todas os setores da sociedade, seja na empresa ou na relações pessoais, e, também pelo fim da violência doméstica e contra a mercantilização dos nossos corpos e de nossas vidas, Queremos acima de tudo, valorização, autonomia e igualdade entre homens e mulheres”, afirmou Marli keller, diretora da CUT/MT e coordenadora do coletivo de mulheres do Sintep/MT.

“A equidade e igualdade de gênero são direitos fundamentais para a construção de uma sociedade baseada em um modelo de desenvolvimento, com justiça social e ambiental, combate à pobreza, geração de renda, valorização do trabalho e liberdade e autonomia sindicais”, reforça o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso, João Luiz Dourado.

08 de Março - Uma história de lutas e conquistas
A proposta de criar uma data internacional para celebrar as lutas e as conquistas das mulheres
foi apresentada por Clara Zetkin, em 1910, na 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas. Em 1921, na Conferência Internacional de Mulheres Comunistas, definiu-se o dia 8 de março como Dia Internacional da Mulher. A escolha da data foi uma forma de homenagear as operárias russas que realizaram uma greve geral contra a fome, a guerra e o czarismo, culminando na Revolução Russa. Oficializado a partir de 1922, o 8 de março passou a
simbolizar um conjunto de ações de mulheres que lutam por transformações no mundo do trabalho e na sociedade.

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